Belém, 11 de agosto de 2010.
Comer no interior do Pará, nem sempre é uma tarefa simples. Nestes quase três anos como advogado/caixeiro já estive em cidades como Marabá, Santarém, Paragominas e Redenção, locais onde você encontra os mais variados tipos de restaurante e onde se come, em regra, muito bem. Mas também já estive em Anajás, cidade miserável que fica no centro do Marajo, cidade castigada pela malária e que não dispunha, em 2008, de nenhum restaurante. Havia somente precários refeitórios, todos eles com limitação de opções e gostos e, no geral, é o que se encontra andando por aí, pequenos locais, geralmente familiares, onde se come por quilo ou um bom prato feito, o PF.

Para tudo isso tenho um canivete-talher do qual não me desgrudo, mesmo quando vou a grandes cidades do interior do Pará – ainda mais depois de quase ter sido expulso de um hotel em Moju, por volta de 23 horas, ao tentar abrir uma lata de feijoada utilizando uma faca cega e uma gaveta!

P.s.: para não ser injusto – encontrei ótimos restaurantes em Conceição do Araguaia, Abaetetuba e Bragança (aqui, recomendo especialmente o do hotel Solar do Caeté, de fazer inveja a muito restaurante famoso de Belém).
4 comentários:
Tive um surte involuntário de refluxo.
Tragam meu Mylanta.
Grata.
Jane
Fora as "desventuras" alimentares devem ter havido outras "desventuras", principalmente digestivas, hein?
eu fico imaginando tu, de madrugada, tentando abrir a lata com a faca cega... uhauhauhahua o barulho e eles indo bater na tua porta! hahahahahah
só tu mesmo amigo
Queridos! É dura a vida de advogado/caixeiro viajante. Mas o melhor é conhecer o interior do Pará: logo logo viro especialista e escrevo um livro.
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