sábado, 9 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
É preciso sonhar
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Amazônia – Capital, Belém
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Directo de Portugal
"Em Lisboa não existe fiação aérea massacrando a arborização das ruas e praças, diferente daqui graças à inteligência e sensibilidade da nossa CELPA. Como você pode ver, aonde é possível, as luminárias ficam nas paredes dos prédios e residências e a fiação corre subterrânea. Assim, Lisboa ilumina suas ruas e as adorna com essas belas luminárias e, ao mesmo tempo, preserva a arborização que dá à cidade um aspecto extremamente agradável, encantador."
"Junto vão duas fotos dessas coisas que só o fino senso de humor poderia criar. O "urinol" fica na entrada do Castelo de São Jorge e é uma pequena fonte que brota da rocha que tem sua água canalizada para o esgosto. Ali fizeram uma proteção para que os visitantes pudessem se aliviar sem serem vistos da rua. Por essas e outras é que eu acredito que temos que rever aquela ficção criada pelos brasilerios em torno dos portugueses. Enquanto Belém afunda na barbárie eles cultivam sua cidade, sua beleza e sua cultura. Apesar de tudo, prefeitos e congêneres, repetindo de memória o poeta, BEM BELELÉM! VIVA BELÉM!"
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Entregue aos crápulas
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Agora a coisa anda: Brasil em Tuvalu = paz mundial
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Direto de Portugal II
Os garçons e funcionários do Café A Brasileira, do Chiado, o café onde Fernando Pessoa está permanentemente sentado em sua estátua de bronze, protestando contra os maltratos e baixos salários, na manifestação de hoje da Central Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP).quinta-feira, 1 de julho de 2010
Direto de Portugal
Lisboa, 29 de junho de 2010
Navegar é preciso.
Lisboa é uma bela cidade, tranqüila, cordial, apesar da crise. Em algumas coisas, em alguns momentos, em alguns lugares lembra Belém da minha juventude, aqui podemos sair a rua sem ter a certeza de que seremos o próximo seqüestrado.
Porém, agora, Lisboa está mais sossegada do que comumente. É que Portugal enfrenta a Espanha pela copa do mundo de futebol. E só para mostrar o clima com que uma parte dos portugueses vêem esta disputa é ler o editorial do jornal “Destak”, de distribuição gratuita, que encontro sempre à entrada do metro, a começar pelo título, “Preparados para a nova Aljubarrota”.
A editorialista, Isabel Stillwell, começa dizendo que a história se repete e de que hoje, 29 de Junho, os portugueses irão repetir, 625 anos depois, a batalha de Aljubarrota.
Para os mais esquecidos ou desatentos nas aulas de História, Isabel relembra os dados do fato histórico, a importância de construir talvez um novo mosteiro da Batalha, apela a São Jorge, padroeiro de Portugal, e a Santa Maria, repetindo como diz, “um relato empolgado da época”: “os castelhanos pouco puderam fazer mais senão morrer”.
Com certeza é importante reproduzir a articulista para relembrar os fatos de Aljubarrota e, pela comparação, a importância que alguns dão ao jogo. “Recuando no tempo a 14 de Agosto de 1385, pelas sete da tarde (não estou a brincar, foi mesmo), os 31 mil homens do rei Juan I de Castela, que se julgava com direito ao trono português por casamento com D. Beatriz, foram derrotados por um exército de apenas 6500 homens, comandados por D. Nuno Álvares Pereira e D. João I, rei há pouco mais de três meses. Fomos corajosos, determinados e usámos a Técnica do Quadrado, que apanhou de surpresa os soldados do inimigo, levando a que quatro mil ficassem logo ali caídos em batalha e cinco mil fossem feitos prisioneiros”.
Como se vê, lê e se sabe, o futebol não é tão importante assim, não precisamos apelar a São Jorge nem à padroeira de Aljubarrota.
Agora, tudo continua tranqüilo, Portugal perdeu o jogo, porém continua o mesmo Portugal, um povo corajoso e sábio, capaz de, novamente, por mares nunca dantes navegados, construir um novo reino, talvez como se pensou possível no 25 de abril. Hoje, já se faz necessário talvez outro Nuno Álvares Pereira, o Santo Condestável, o São Nuno de Santa Maria, ou simplesmente Nun'Álvares, o símbolo do povo português, para enfrentar esta crise e preparar as naus para navegar para este outro reino.
É bom que no Brasil também pensássemos em preparar nossas naus, como diz o poeta, navegar é preciso.
Regina Maneschy
segunda-feira, 7 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
A advogada





















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